Você recebeu uma intimação de uma Execução Fiscal, informando que você tem que pagar ou fazer uma defesa, sob pena de penhora dos seus bens.
Depois de passado o susto, você sabe o que fazer?

Se não sabe por onde começar, continue lendo este artigo e veja como proceder nestes casos.

EXECUÇÃO FISCAL: O QUE É?

Sabemos que uma eterna preocupação do empresário é com o pagamento dos tributos, pois a carga tributária no Brasil é extremamente elevada.

Acontece que, infelizmente, muitas vezes esses impostos não são pagos por falta de recursos das empresas ou pela não existência de uma eficiente assessoria jurídica tributária.

E a falta de pagamento destes tributos acarreta uma dívida para com o fisco.

E é aí que surge a temida EXECUÇÃO FISCAL.

MAS O QUE É UMA EXECUÇÃO FISCAL?

Execução fiscal é um processo judicial no qual o governo cobra débitos dos contribuintes inscritos em Dívida Ativa, que não foram pagos ou negociados.

Essas dívidas podem ter como credores a União, os Estados e os Municípios, pois depende do tipo de dívida e qual a sua origem.

É o caso, por exemplo, de uma dívida de ICMS de uma empresa que deixou de pagar ao Estado em alguns exercícios.

No caso acima, O Estado credor, após ultrapassado o processo administrativo, inscreve o débito na Dívida Ativa e ajuíza uma Execução Fiscal em face do Devedor.

O QUE FAZER EM CASO UMA EXECUÇÃO FISCAL?

Recebida a comunicação de uma Execução Fiscal, é necessário que o Devedor faça uma Defesa, através de um advogado especialista, na qual será analisada as matérias de defesa, tais como legalidade, prescrição, decadência e etc.

O prazo de Defesa na Execução fiscal é extremamente curto, pois geralmente são somente de 5 dias.

Assim, tão logo o contribuinte receba a citação da execução, este deve procurar um advogado para elaborar sua defesa, pontuando todas as questões técnicas pertinentes.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DE UMA EXECUÇÃO FISCAL?

Caso não seja realizada a defesa no processo de Execução Fiscal, as consequências são severas.

A seguir alguns do que pode acontecer:

Bloqueios das contas bancárias;
Congelamento de bens;
Penhora de imóveis, veículos e outros bens;
Inscrição em Órgãos de proteção ao crédito.
Também pode acontecer bloqueios nos bens pessoais dos sócios, o que não é incomum e na maioria das vezes esses bloqueios são ilegais.

O QUE FAZER PARA EVITAR UMA EXECUÇÃO FISCAL?

Como diz o valho ditado, prevenir é melhor do que remediar.

Assim, falando em Execuções Fiscais, a melhor forma de evitar é fazer um Planejamento Tributário.

Através de um Planejamento Tributário, realizado por meio de uma estruturação tributária eficiente, é possível trazer os melhores resultados finaceiros e maiores lucros para o empresário.

E AGORA?

Se você está sofrendo uma execução fiscal, a pior estratégia é não se defender. Isso significa deixar o caminho livre para o fisco!

É porque as consequências podem ser devastadoras para o patrimônio dos empresários, podendo ir de bloqueios de contas correntes a penhoras, conforme dito.

E também é na defesa que um advogado pode analisar questões como ilegitimidade ou até se o débito já esta prescrito, o que não é incomum.

Sim, exatamente isso, o débito constante no processo pode ser anulado por não ser mais exigível, já que atingido pela prescrição.

ASSIM, LOGO QUE TOMAR CONHECIMENTO DE UMA EXECUÇÃO FISCAL, PROCURE IMEDIATAMENTE SEU ADVOGADO DE CONFIANÇA E DESTA FORMA REALIZAR A DEFESA MAIS ADEQUADA AO SEU CASO.

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